Duvidas cretinas sobre informática
28 out 2009 1 Comentário
em Profª Bia Tags:computador
Dê o troco, não ligue para ele também.
2. Ao ligar, o micro custa a carregar. Tem solução?
Sim, carregue seu micro até a lixeira mais próxima.
3. Ao iniciar, a bandeirinha do Windows aparece na tela duas vezes. Para que serve isso?
É um sinal de que você é completamente imbecil e ainda insiste em comprar produtos da Microsoft.
4. O que faço com o botão Iniciar?
Clique nele, depois em desligar, depois em sim para desligar o
computador e aguarde. Quando surgir a mensagem “seu computador já pode
ser desligado com segurança”, puxe o fio da tomada, enrole no pescoço e
aperte bem.
5. Para que serve a opção Acessórios do Menu/programas?
Serve pra você colocar um toca-fitas no seu micro, vidro fumê, roda de liga leve e volante de fórmula 1.
6. Para que serve o botão Documentos do menu iniciar?
Serve pra você tirar sua carteira de identidade, CPF, Titulo de Eleitor e atestado de insanidade mental.
7. E o botão Localizar?
Serve pra você encontrar seu provável pai entre os homens da vizinhança.
8. E o botão Executar?
É ideal pra você aplicar em seu irmão mais novo, que vive mexendo no seu micro.
9. Para que serve o Botão direito do mouse?
Pra você apertar sempre que o botão esquerdo estiver cansado.
10. Como faço para rodar o Word?
Pegue o gabinete e gire-o rapidamente. O Word vai rodar até ficar tonto.
11. Como faço para salvar um documento?
Espere o documento tentar atirar-se pela janela do Word. Então,segure-o com firmeza.
12. Como dou nome para um documento?
Não se preocupe com formalidades. Pode chamá-lo pelo apelido.
13. O Power Point faz apresentações?
Faz, mas é muito tímido. Não espere por ele e apresente-se você mesmo.
14. O que é Correio Eletrônico?
É um sistema que envia o carteiro pela tomada elétrica.
15. O que é homepage?
É uma casa feita com folhas de papel.
16. Por que o site da Microsoft está sempre congestionado?
Porque os técnicos estão ocupados consertando bugs.
17. O que é bug?
É um carrinho que parece um Jeep.
Fonte: http://www.fotocomedia.com/index.php?page=15
Pedagogia hospitalar e resiliência:
20 out 2009 1 Comentário
em Profª Bia Tags:pedagogia hospitalar, resiliência
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Devido a quantidade de pedidos sobre o assunto, nos comentários de meu Blog, estou deixando abaixo um artigo muito interessante. Espero que gostem.
Pedagogia hospitalar e resiliência: orientações curriculares a partir da
experiência do Hospital Varela Santiago de Natal
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Cláudia
Regina Silva de Azevedo
Antonino
Condorelli
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O
conceito de resiliência e o papel do educador na sua promoção
Alguns indivíduos conseguem ter um desenvolvimento psíquico
e social “saudável” – com relação ao seu contexto sócio-histórico de referência
e/ou ao equilíbrio entre dimensão cognitiva, afetiva, corporal e relacional -
após golpes que estilhaçaram o seu universo sensorial e simbólico. Esta
faculdade tem sido batizada pelas ciências humanas de resiliência. Boris
Cyrulnik (2004, 2005 e 2006) mostra que para que se produza um trauma é
necessário que um acontecimento – uma saliência significativa, que se torna tal
em virtude das predisposições sensoriais de cada indivíduo (CYRULNIK, 2005) -
destrua o universo de sentido estruturado pela pessoa a partir das interações
construídas nos seus primeiros anos, e sucessivamente que a representação deste
acontecimento lhe confira um significado doloroso (2004). As principais chaves
para a promoção da resiliência são vínculo
e sentido (CYRULNIK, 2005).
Este último é sempre o produto de uma construção intersubjetiva, alheia a
qualquer determinismo ou causalidade linear, na qual intervêm múltiplos fatores:
a presença ou ausência de figuras de apego significativas, a possibilidade de
expressar ou encenar a própria experiência para ressignificá-la, entre outros.
A hospitalização e a improvisa irrupção na vida da criança de procedimentos
invasivos representam uma ruptura dramática de seu universo de sentido
estruturado, até então, ao redor da vida familiar e um começo de vida escolar e
comunitária. Sendo o encontro a principal condição estruturante de nossas
representações e emoções (CYRULNIK, 1999, 2005; GOLEMAN, 2006), o educador pode
desenvolver um papel determinante na promoção de resiliência na criança,
inclusive a hospitalizada, se souber construir com ela vínculos afetivos
significativos (CYRULNIK, 2005) e fornecer-lhe a oportunidade de representar
sua história para ressignificá-la (CYRULNIK, 2005).
Promovendo
a resiliência com a educação em ambiente hospitalar
O
atendimento pedagógico hospitalar se torna um fator promotor de resiliência ao
gerar a percepção de que o hospital e a sociedade acreditam na volta ao mundo
da criança enferma. A continuidade da escolarização cria esperança, uma
perspectiva de vida. Cyrulnik (2005) mostra que uma simples atitude do educador
pode modificar a trajetória de um educando. A experiência da equipe pedagógica
do Centro de Oncohematologia Infantil (COHI) do Hospital Varela Santiago de
Natal, Rio Grande do Norte, mostra que e a brincadeira, a capacidade das
educadoras de manter a alegria no fazer educacional e o estabelecimento de
vínculos afetivos com as crianças internadas, ao avivar nestas últimas a chama
da esperança de cura, incentivam a resposta positiva do organismo aos
tratamentos, amenizam o sofrimento físico e psíquico e aumentam a vontade de
viver, de brincar e de aprender. O planejamento pedagógico da equipe do COHI
tem considerado a situação individual de cada educando, tendo em conta sua
escolaridade e procedência. Exploraram-se temas cognitivos diferentes com cada
criança, a partir de uma avaliação da zona de desenvolvimento proximal delas,
isto é, dos conteúdos que cada uma tem a potencialidade de aprender (VYGOTSKY,
2007). Este respeito pelas potencialidades de cada aluno reforçou sensivelmente
a auto-estima dos educandos. Atualmente, está sendo planejada uma atividade
inspirada em Freinet (1985 apud AZEVEDO, 2008):
o incentivo à redação de um “livro da vida” por parte de cada criança, não
apenas como ferramenta para estimular o desenvolvimento da escrita e da
leitura, mas como possibilidade de ressignificar a própria experiência e
socializar os próprios relatos (CYRULNIK, 2005).
Considerações
finais
A partir da nossa experiência, acreditamos que a organização curricular do
trabalho pedagógico com crianças hospitalizadas necessite incorporar fatores
promotores de resiliência tais como a escrita de si e a ludicidade e deixar
ampla autonomia aos educadores, para que possam analisar as potencialidades de
cada aluno e planejar estratégias cognitivas o mais possíveis individualizadas.
Referências
AZEVEDO,
Cláudia Regina Silva de. A Pedagogia Freinet no
Ensino de História. Natal, 2006, Monografia de Graduação em Pedagogia – UFRN.
CYRULNIK,
Boris. Do sexto sentido: o
homem e o encantamento do mundo. Lisboa: Instituto Piaget, 1999.
______ .
Os patinhos feios.
São Paulo: Martins Fontes, 2004.
______ . O murmúrio dos fantasmas. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
GOLEMAN,
Daniel. Inteligencia social: la
nueva ciencia para mejorar las relaciones humanas. Barcelona: Kairós, 2006.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São
Paulo: Martins Fontes, 2007.
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Resumo
expandido enviado ao I Encontro Internacional de Atendimento Escolar Hospitalar,
Niterói, Rio de Janeiro.



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